A Literatura Cabo-verdiana é uma das mais ricas da África lusófona. É constituída por produções orais e escritas tanto em português como em crioulo e compreende vários períodos históricos.
A oralidade Cabo-verdiana é expressada através da morna, batuque, funaná, coladeira, finaçon, estórias, poesia, cantigas de "Curcutiçan”, Cantigas de Trabalho, Cantigas de Ninar e de Roda e as Lengalengas para embalar as crianças e outras formas de expressão tradicional.
Quanto a escrita, esta compreende várias etapas. A revista CLARIDADE é tida como uma marca importante da literatura Cabo-verdiana. É também importante realçar a escrita do Crioulo (língua materna) onde o ALUPEC ganha um papel fundamental.
O ALUPEC é um conjunto de sinais gráficos para a representação uniforme de cada som da língua cabo-verdiana:
Apesar de o crioulo não estar oficializado, existe uma normativa governamental que defende a criação de condições necessárias para a oficialização do crioulo. Está-se a trabalhar nesse sentido.


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